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Exportar na África


A maioria dos países da África Subsaariana está na categoria de países do Banco Mundial com Renda Nacional Bruta (RNB) inferior a US$ 765 per capita por ano. Etiópia e Burundi estão em situação mais precária, com US$ 90 da RNB por pessoa.

Mesmo países com renda média como o Gabão e Bostsuana possuem boa parte de sua população vivendo na pobreza.

No norte da África, as condições são um pouco melhores do que ao sul do Saara. Lá estão as economias mais estáveis, comércio e turismo são relativamente altos e há uma menor incidência de Aids.

A África recebe cerca de um terço do total de ajuda dada por governos em todo o mundo, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Boa parte da ajuda é condicionada, ou seja, os governos que a recebem têm que implementar determinadas políticas para recebê-la ou gastar os recursos comprando bens e serviços do país doador.

O Banco Mundial alega que a ajuda é muito mais eficaz e menos vulnerável à corrupção quando o governo demonstra capacidade em superar as dificuldades econômicas do pais. Houve uma redução drástica nos gastos dos países ricos em ajuda no final da década de 90.

A iniciativa ligada a países pobres altamente endividados (HIPC - Heavily Indebted Poor Countries Initiative) foi criada em 1996 para reduzir a dívida das nações mais pobres do mundo.

Quando os países pobres sofrem um endividamento insustentável não possível de se reduzido por métodos tradicionais, eles passam a se enquadar nessa iniciativa. Por outro lado, comprometem-se em seguir políticas governamentais definidas pelo Banco Mundial e pelo FMI (Fundo Monetário Internacional).

Os críticos do esquema dizem que os parâmetros são restritivos demais e mais países deveriam poder se beneficiar da HIPC.

Os paises do grupo G8 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, o Reino Unido, os Estados Unidos de América, e a Federação russa que, juntos, representam 66.5% da economia mundial) concordaram em aumentar o auxílio financeiro à África progressivamente até chegar a US$ 25 bilhões extras no ano de 2010, o que fará com que o montante total de ajuda ao continente chegue a US$ 50 bilhões naquele ano.

       
Africa_1

       
A África é rica em recursos naturais como minérios, madeira e petróleo, mas o comércio com o resto do mundo costuma ser difícil. Entre as causas estão infra-estrutura precária, instabilidade governamental, o impacto da Aids na população em idade economicamente ativa e a corrupção. Segundo a "Transparência Internacional", oito dos 20 países onde há maior corrupção são africanos e o país na África Subsaariana onde o problema é menos grave é a África do Sul, em 44ª lugar no ranking.

       
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A introdução da ajuda financeira externa dos paises "ricos" eleva o poder de compra dos habitantes, mas estima-se que a corrupção custa à África cerca de 25% da renda total da região. O saque às riquezas do continente está privando a região de US$ 148 bilhões ao ano. AS industrias como as do petróleo e do gás são as mais atingidas. O Ocidente tem muita cumplicidade nesse processo, ao permitir que os ganhos com corrupção sejam mantidos em bancos fora da África.

       
A avaliação da @mbasmedia é que a África é um mercado com muitas possibilidades de abertura para o Brasil.

       

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